Exercícios físicos combatem depressão?

Já é comum ouvirmos sobre a importância da pratica exercícios físicos para nossa saúde, para pessoas que sofrem problemas cardíacos, diabetes e vários outros. 

Porém, um estudo de pesquisadores da Universidade do Texas, apontou que a prática de exercícios pode auxiliar também no tratamento de problemas de saúde mental, como a depressão. 

A prática de exercícios físicos libera no cérebro as endorfinas e outras substâncias que estão diretamente ligadas às sensações de bem-estar e prazer.

Como em todo tratamento, é importante manter-se frequência na prática de exercícios. O recomendado é realizar exercícios de 3 a 5 vezes por semana sempre com duração de 45 min a 1 hora. 

Os exercícios mais recomendados são os aeróbicos como pedalar, corridas ou caminhadas mais vigorosas.

Em quanto tempo começarei a ver resultados? 

Segundo os dados levantados no estudo, os pacientes que iniciarem a prática de exercícios como tratamento devem começar a notar melhoras nos sintomas de depressão após as primeiras 4 semanas de prática. 

Para manter o efeito antidepressivo dos exercícios efetivos, recomenda-se manter a prática de exercícios por pelo menos de 10 a 12 semanas. 

A terapia pode ser fundamental para combater a depressão

Juntamente a prática de exercícios, recomendamos também a busca pela terapia com psicólogos especializados no assunto. O profissional irá entender aspectos particulares de seu caso especificamente e trabalhá-los de forma individual, fornecendo ferramentas para combater e tratar a depressão. 

Na Você Bem Online, te conectamos com psicólogos especializados através da internet de forma simples e acessível. 

Temos também o Clube Você Bem, que dá acesso a programação semanal de rodas de conversa em grupo, direcionadas sempre por psicólogos, abordando temas como o combate a depressão, ansiedade, identificando e combatendo a autossabotagem entre outros temas.

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Fontes:

Os dados da pesquisa foi realizada por Chad Rethorst e Madhukar Trivedi, da Universidade do Texas, EUA, e foram publicados no site Journal of Psychiatric Pratice.

Photo by Luis Quintero on Unsplash

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